Você conhece o apogeu da tecnologia, a IoT?

Apesar de não ser tão famoso quanto o termo Inteligência Artificial, a Internet das Coisas ou Internet of Things (IoT) está borbulhando no campo da tecnologia. Isso é devido ao incrível fato de que é possível aplicar uma solução de IoT em qualquer indústria, seja em manufatura, transporte ou na área da saúde. Com a Internet das Coisas estão sendo criadas cidades inteligentes, capazes de gerenciar vídeos de segurança, otimizar o tráfego e monitorar a qualidade do ar. A estimativa é de que, até 2025, haverão quase 25 bilhões de conexões realizadas através da IoT¹. E aí, já está convencido que você precisa conhecer mais sobre essa tecnologia?

A solução.

Mas o que seria de fato uma solução de IoT? Afinal, como um tipo de tecnologia pode ser tão abrangente quanto esse? Basicamente, uma solução de IoT possui vários sensores que capturam informações de campo e os enviam para uma plataforma na nuvem através da internet. Esses dados são armazenados e analisados, a partir disso gera-se um impacto no negócio. Sendo que o campo a se coletar informações pode ser de qualquer área, permitindo que as mais diferentes indústrias sejam viáveis para uma solução de IoT.

A evolução.

A primeira vista, a Internet das Coisas parece ter surgido hoje de manhã já pronta para moldar o futuro. Embora a segunda parte ser verdadeira, a IoT começou com a automação industrial na década de 60, em que sensores distintos estavam interligados de alguma forma, cruzando informações em tempo real. Depois, na década seguinte, surgiram os sistemas digitais de controle distribuído (SDCDs), o que elevou o processo que existia até então.

Já na década de 80, com computadores e processadores mais potentes, os SDCDs se consolidaram. Além disso, essa tecnologia se tornou mais acessível para o consumidor “comum”. Agora, ele podia ter um computador em sua casa e não apenas na empresa. Entretanto, ainda era preciso melhorar a conectividade entre equipamentos, sensores e sistemas de monitoração.

E, na década de 90, houve um melhoramento em softwares, que permitiam que as tecnologias mais avançadas do ambiente industrial se conectassem com sistemas mais comerciais. Finalmente, nos anos 2000, a computação se tornou o que é conhecido hoje. Houve a aceleração de cenários de aplicações, modularização, orientação a objetos, serviços de web, processamento transacional, entre outros fenômenos, incluindo a computação em nuvem comercial. Ademais, nasceu o “movimento maker”, que impulsionou uma eletrônica mais acessível para desenvolvedores e usuários leigos.

Foi no movimento maker que o IoT ganhou força, pois as coisas começaram a se conectar via internet com a ponte entre a automação industrial e o processamento de computação em nuvem. Tal ponte só foi possível com o movimento maker. Depois, o ambiente corporativo entendeu que poderia também interligar suas “coisas” e, a partir das informações, ter insights produtivos para seus negócios, seja para melhorar o que já existia ou mesmo criar novas oportunidades e novos produtos.

Embora eu tenha diferenciado IoT de Inteligência Artificial, as duas coisas definitivamente estão associadas. Aliás, IoT está igualmente atrelada a Machine Learning, Intelligent Edge e Intelligent Cloud, outros termos populares dentre o atual cenário tecnológico. Essas inovações reunidas potencializam o poder de cada uma e as tornam ainda mais o impacto que geram.

Os projetos.

Agora que esclareci as origens de IoT, do que realmente ela é capaz? Mencionei as cidades inteligentes anteriormente e listei algumas de suas possibilidades, mas o ponto central é que, com a Internet das Coisas, é possível interligar os serviços urbanos e melhorar os mais diferentes aspectos da vida do cidadão. Inclusive, o objetivo do projeto “Smart Cities for All”, da G3ict com a World Enabled e a Microsoft, é facilitar a acessibilidade para pessoas com necessidades especiais e idosos através da tecnologia.

Em menor escala, a tecnologia da Internet das Coisas também permite conectar carros, o que pode oferecer maior conforto e segurança para o motorista. E, no caso dos carros autônomos que estão surgindo agora, a captura e transmissão de dados através de IoT ajuda a aprimorar o comportamento do automóvel.

Surpreendentemente a Internet das Coisas ainda é capaz de conectar carros ou caminhões de uma frota, viabilizando o monitoramento dessa frota em tempo real e, portanto, facilitando a coordenação dela, podendo, por exemplo, potencializar o tempo das entregas a serem feitas.

Aliás, a IoT é aplicável em distintas faces do varejo inteligente (o varejo 4.0), seja na produção, distribuição ou venda do produto. É ainda possível melhorar as cadeias de suprimentos e reduzir custos. Outros projetos interessantes são as gôndolas inteligentes, os alertas de segurança sobre equipamentos, os mapas de eficiência operacional e consumo e a integração de equipamento com aplicativos em smartphones.

A segurança.

Alguns detalhes interessantes de serem acrescentados é que algumas outras instâncias devem ser levadas em contas em determinados contextos. Com as cidades inteligentes, o projeto deve ser feito em conjunto com o governo e, nos demais casos, devemos ter em mente a questão da segurança, tanto na perspectiva de proteção do projeto (por exemplo, quando pensamos em hackers) quanto na perspectiva de regulamentação (como a LGDP).

As ferramentas.

A Microsoft possui diferentes ferramentas capazes de fazerem parte da sua solução de IoT. Seja a respeito da monitoração de dados com o Azure IoT Central ou proteção dos mesmos com o Security Program for Azure IoT. Também é possível analisar os dados em tempo real com o Azure Stream Analytics e ter insights sobre eles através do Azure Time Series Insights. Sendo que, com o Azure Machine Learning, podemos aplicar o aprendizado de máquina nos dados para gerar insights ainda melhores ou prever comportamentos futuros.

Essas são algumas das ferramentas disponíveis. Como você pode ver, elas são aplicáveis na fase inicial da solução de IoT, quando os dados do ambiente são capturados; na fase consequinte, em que há a análise desses dados e se obtém insights a partir deles; e na fase final, quando as informações de fato se transformam em ações que impactarão o negócio.

Agora que você já entende mais de IoT e está pronto para elaborar uma solução de IoT para o seu negócio, você pode chamar a Niteo para te ajudar. A Niteo é uma empresa que desenvolve soluções que permitem conectar, gerenciar e ingerir dados de milhões de dispositivos com facilidade e segurança, integrando com outros serviços e oferecendo uma solução completa.

Referências:

CABIUCCI, WALDEMIR. “Uma introdução sobre Internet of Things – parte 1” e “Uma introdução sobre Internet of Things – parte 2

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